Chandon, elaborada com tradição, qualidade e história

Por trás de toda história da excelência da Chandon, existe um time de enologia responsável por manter o altíssimo padrão de qualidade de nossas borbulhas. Para celebrar o dia do enólogo, Philippe Mével, à frente desse time há 27 anos, conta mais sobre a busca do assemblage perfeito desde o início da vinícola no Brasil.

Quais foram os principais desafios quando você chegou?

Um grande desafio pessoal quando vim da França para cá foi o de me adaptar à cultura local. E claro, os desafios ecológicos e de viticultura também. Precisávamos definir as variedades, melhorar o cultivo, abrir o diálogo entre o time de enólogos e dar muita atenção ao produtor da uva.

Começava ali a essência da Chandon no Brasil. Onde o nosso DNA passa a ser elaborado através da escolha das uvas perfeitas: a emblemática Riesling Itálico, a tradicional Chardonnay e a histórica Pinot Noir.


Por que você acha que o terroir de Garibaldi, especificamente, é ideal para a produção e elaboração de espumante?

Garibaldi é uma região bem adaptada. Mesmo com um clima um pouco chuvoso, que dificulta a maturação das uvas, nos adaptamos bem às indelicadezas do clima. Os desafios nos estimulam a cada vez mais buscar o assemblage perfeito.


Quais foram as inovações que você e Philippe Coulon, enólogo na Maison Moët & Chandon na época que ajudou a desvendar o potencial vitivinícola do Brasil, trouxeram para cá?

Toda a modernidade da vinificação. E isso deu um salto muito grande na vitivinicultura local. Além da inovação nos cuidados na fase de engarrafamento. Chandon foi pioneira, desbravou o desconhecido na região.

Um espírito corajoso e empolgado por novidades constrói uma história sólida através da qualidade, dos valores, da atenção dada aos produtores da obra prima de Chandon. Esse é o DNA que está nas nossas borbulhas.


Como você descreveria o estilo dos espumantes Chandon hoje?

Fácil, agradável, extremamente delicado, fino e elegante.


Você poderia nos dizer quais são os segredos por trás da qualidade da Chandon?

Nosso trabalho na viticultura. Estamos convencidos que tudo começa pelo vinhedo. O cultivo da uva, a relação com os produtores e toda a arte de extrair o melhor da uva é o que sustenta a refrescância e a delicadeza aromática através da técnica de assemblage. Além de todas as tecnologias e inovações que nos permitem testar melhorias.


Como você vê a Chandon daqui 25 anos?

Temos grandes desafios de inovação. Continuar trazendo o diferencial, uma ruptura no que o mercado costuma ter. Cada vez mais, temos que explorar as diversas formas de consumo, que transcendem o consumo clássico de espumantes.


Quais são seus sonhos com relação à marca Chandon?

Que a Chandon esteja em todas as mesas celebrando os melhores momentos.


Que legado você imagina deixar para a marca?

A solidez que dá confiança para a marca entrar no futuro.  Que todo esse trabalho que nós temos com os nossos viticultores continue realmente com amor e carinho com as novas equipes. E que a Chandon continue a crescer com o espírito pioneiro e desafios inovadores justamente para dar todo esse gás que a marca tem.

Enquanto estiver à frente da marca, permaneço na busca incessante junto ao meu time de sempre criar as borbulhas perfeitas para tornar os brindes dos seus momentos inesquecíveis.


 CHANDON
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